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[UOL] Sorte, acaso, coincidências

O físico norte-americano Leonard Mlodinow não só defende como afirma dever sua existência ao poder do acaso. Seu pai esteve em um campo de concentração nazista na Segunda Guerra Mundial e lá perdeu sua família, mas conseguiu sobreviver. Acabada a guerra, mudou-se para os Estados Unidos, onde conheceu aquela que seria sua nova mulher e com quem teria novos filhos, entre eles, Leonard. Muitos anos depois, o filho do sobrevivente da guerra estava nos arredores do World Trade Center quando ocorreram os atentados de 11 de setembro. Mas, assim como seu pai, ele também sobreviveu.

Alguns podem dizer que a família Mlodinow é azarada, afinal, passaram por situações terríveis. Outros podem dizer que eles são sortudos por terem escapado. O físico, autor do best-seller “O Andar do Bêbado – Como o Acaso Determina Nossas Vidas” (Ed. Zahar) e co-autor de livros ao lado do físico e cosmólogo Stephen Hawking, concorda com ambas. “Eu fui azarado por estar no 11 de setembro, mas sortudo porque sobrevivi”, afirma.

Para Mlodinow, nossas ações não afetam a sorte ou o azar. “Nós temos certo controle sobre algumas coisas. Mas geralmente acreditamos ter mais controle do que realmente temos”, afirma ele. “Por exemplo, pessoas acreditam mais em bilhetes de loteria quando elas escolheram os números do que quando levam um bilhete com números aleatórios”, diz.

Todas as pessoas, ao longo da vida, são afetadas por lances de sorte ou de azar, segundo o filósofo e jornalista Jacob Petry, autor de “O Óbvio que Ignoramos” (Ed. Lua de Papel) e “Ninguém Enriquece por Acaso” (Ed. LeYa). Mas, para ele, muitas vezes, um evento é consequência de uma sucessão de pequenas escolhas que podem ter sido ignoradas e, por isso, acreditamos ser obra da sorte ou do azar. “Dizer que você pode fazer o que quiser da vida, mas que, no final das contas, a sorte irá definir o que irá acontecer é confortável, mas perigoso, pois tira de nós a responsabilidade das escolhas”.

Confira a matéria completa em: UOL

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